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Vilipêndio

Vilipêndio

23 de Janeiro, 2020

Nunca um Python morrerá

vilipêndio

Terry Jones não morreu. Garanto-vos.

Nao é para todos: se há os que não vivem e depois morrem, há uns que vivem e depois não morrem nunca.

Enquanto existirem pessoas - e as deixarem rir -, é impossível que morra quem criou o que ele ajudou a criar. Basta verem o que veste o cabeçalho deste blog (se o virem sem ser pelo telemóvel) para entender muito do que guia esta parcelazinha da internet a que chamo o meu blog.

Aqueles que, por meio da sua arte e engenho, nos tornam o caminho que é a vida ligeiramente mais suportável não morrem, posso assegurar-vos. Não é sequer fisicamente possível. A memória e a lenda ocupam espaço, têm um peso, são objecto palpável. 

Portanto, chamem negação - ou outro fenómeno das psicologias modernas -, chamem parvoíce, infantilidade, chamem o que quiserem, mas uma coisa garanto-vos: Terry Jones não morreu.  

Acreditem.

Terry Jones não morreu. 

É tudo brincadeira.

 

Já tinha escrito, há uns tempos, sobre Terry Jones e a sua brilhante demência.

Há notícias que mais vale a pena enfiarmos num buraco muito longínquo e escuro da alma.

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