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Vilipêndio

Vilipêndio

30 de Novembro, 2017

Não te demores, Zé

vilipêndio

Zé, parece que te foste. Não sei se acredito ainda mas vou fazer um esforço. 

Será quiçá tarde demais, mas apetece-me dizer-te que a tua guitarra não se calará nunca, porque há acordes que o são para sempre e os teus acordes foram e serão vida, deram e darão cor a todas as vidas que existiram e existirão. 

Zé, não devias ter ido.  Nós por cá não sabemos bem o que fazer. Menos felizes, mas continuaremos com a certeza de um porto seguro criado por ti e os teus compinchas, uma luz que parece ficar pequena demais ao pé deste túnel mas que vocês, e tu com essas tuas mãos de ícone, nos ajudam a manter viva. 

Zé, vai lá, mas não fiques aí muito tempo. Vê lá se voltas e trazes a tua melhor amiga. Aquela com a qual escreveste histórias, alegrias e gerações inteiras. 

Estaremos cá à tua espera. 

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