Não sei e não ouvi
Novos desenvolvimentos no que toca ao destino dos jovens angolanos presos, em Angola, por cometer o crime de serem ligeiramente mais inteligentes que os demais. Algo ainda nos fazia crer que a leitura de livros, ainda que de uma forma notoriamente provocatória e fanfarrona como foi, não iria ser punida, porque vendo bem as coisas até não magoa assim tanto.
Mas foi.
Numa terra com um rei e demasiados príncipes, esta história seria mais um caso, mais um dia. Mas, envolvendo um cidadão luso-angolano, seria expectável um grito oficial cá do burgo, não muito alto, mas pelo menos audível.
Mas há valores que falam infinitamente mais alto. E esses andam sempre na casa dos milhões.
Entretanto, em mais um capítulo da saga Portugal não diz nada sobre nada nem faz nada a ninguém, parece que a Isabel dos Santos quer comprar a minha casa.
Só se... esperem... pois, já comprou todo o quarteirão.