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Vilipêndio

Uma brilhante demência

 

A nossa cabeça dá-se ao luxo de ser o começo e o fim de tudo.  

 

Como fã acérrimo de Monty Python (facto vísivel no chapéu que veste este blog), foi doloroso o anúncio que Terry Jones já não é verdadeiramente Terry Jones. Agora é só uma teimosa amostra do homem que ajudou a dar vida a alguns dos mais épicos sketches da história recentes da comédia. 

Como este:

 A monstruosa influência que o grupo britânico teve no surgimento de uma nova comédia deve-se muito ao pensar e ao olhar de Terry Jones, em igual medida dos seus companheiros na genialidade. E custa saber que se começa a calar, de uma forma dolorosamente lenta, a mente brilhante de alguém que, ainda assim, pode dizer que mudou um pedaço da história de algo. Para quem não sabe, isso faz-se através de coisas como esta:

 

Se a imaginação for o combustível da alma, Terry tem-na e bem. E essas costumam tornar-se lendárias.

Não sei qual seria a resposta que ele daria à pergunta "viver assim vale a pena?", mas sei que, para nós, ele fez com que esta viagem fosse bem mais divertida.

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