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Vilipêndio

Trump salvou o Planeta

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 Ilustração Asshole  |  Christophe Marques  |  not_from   2017 |  instagram.com/not__from  | 

 

A decisão de Donald Trump de retirar os EUA do Acordo de Paris pode ter sido a melhor (e mais positiva) decisão para a defesa do ambiente. Confuso? É fácil. Até agora, o Acordo de Paris era mais um acordo sem história, sem futuro. Pouco se falou dele porque, na verdade, pouco ele iria mudar. Foi um passo em frente, é certo, mas o planeta precisa de centenas, milhares de passos em frente. Não amanhã, não hoje. Ontem. E este Acordo tinha sido só mais uma pseudo-mudança entre muitas outras, engolida pelos interesses económicos, que continuam a falar mais alto que os interesses ambientais.

O maior motivo para mudar alguma coisa é ter o que combater. Até hoje, a sensação que tinhamos é que estávamos a combater uma indústria (ou várias) que move uma quantidade pornográfica de dinheiro, envolta em interesses que são difíceis de ver e quantificar. Agora, isso mudou. Existe um inimigo, com olhos e (pouca) cabeça. Chama-se Trump, e pode ter dado o maior passo de sempre no sentido de salvar o planeta. 

Que comece agora esse ontem. O comboio já partiu há décadas, mas tentemos apanhá-lo, a pé, a correr, a voar. De que maneira for. 

O presidente dos EUA é, sem grande surpresa, uma piada. Infelizmente, é uma piada que a história recente mais intensamente recordará. Mas vamos usá-lo como forma de mudar. 

Mudar. Mudar. Mudar. 

Não hoje. Ontem. 

 

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